💰 Profissional da saúde, você pode ter direito à restituição de valores pagos acima do teto do INSS

Você é médico, dentista, fisioterapeuta, enfermeiro ou outro profissional da saúde que atua com múltiplas fontes de renda? Se a resposta for sim, fique atento: você pode estar pagando contribuições previdenciárias acima do limite legal e tem o direito de pedir a restituição desses valores!

🔍 O que é o teto do INSS?

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) estabelece um teto máximo de contribuição previdenciária, que é o valor máximo sobre o qual incidem as alíquotas de contribuição.

Em 2025, o teto de contribuição é de R$8.157,41.  Isso significa que, mesmo que você receba mais do que esse valor no total das suas rendas, não é permitido recolher contribuições sobre o excedente.

⚠️ Quando ocorre o pagamento acima do teto?

Isso acontece principalmente com profissionais com múltiplas fontes de renda, como:

  • CLT + atuação como autônomo;
  • CLT + prestação de serviços como pessoa jurídica;
  • Dois vínculos formais diferentes (ex.: dois hospitais ou clínicas).
  • Contrato com órgão público + empresário

Cada fonte de renda pode recolher contribuição previdenciária sem saber do outro vínculo, o que leva à duplicidade de recolhimento acima do teto.

📝 Como pedir a restituição?

Existem três formas de pedir a restituição de contribuições acima do Teto do INSS:

  • Solicitação online: Portal e-CAC; ou
  • Solicitação presencial: Receita Federal.
  • Judicialmente

Documentos para pedir a restituição:

  • Comprovantes de rendimentos de todas as fontes pagadoras;
  • Guias de recolhimento (GPS ou DARF);
  • Cálculo do valor pago a maior;
  • Número de nota fiscal ou fatura, no caso de ser prestador de serviços
  • CNPJ da contratante, no caso de prestador de serviços
  • Outros documentos que comprovem o pagamento acima do teto

⏳ Qual o prazo para pedir?

O prazo é de 5 anos a contar do pagamento indevido, conforme o art. 168 do Código Tributário Nacional. Após esse prazo, o direito é considerado prescrito.

💡 Exemplo prático

Imagine que um médico trabalhe com carteira assinada (CLT) e também atue como autônomo em uma clínica particular, emitindo recibos ou RPA.

  • No vínculo CLT, já há desconto previdenciário com base no salário de R$ 9.000,00.
  • Mas ele também paga 20% sobre os R$ 6.000,00 recebidos como autônomo.

Nesse caso, está ocorrendo contribuição sobre valor que ultrapassa o teto de R$8.157,41. O que exceder pode ser restituído!

Como evitar ultrapassar o teto!

Escolha sua fonte principal de renda

A dica de ouro é: defina qual é o seu trabalho onde você recebe mais como sua “fonte pagadora principal”. Essa será a sua referência para o cálculo do INSS.

Comunique seus empregadores

Depois de definir qual é a sua fonte principal, você precisa avisar os outros empregadores sobre o quanto eles devem descontar do seu INSS. O objetivo é que, somando todas as contribuições, você não ultrapasse o Teto do INSS.

⚖️ Precisa de advogado para isso?

Embora o pedido possa ser feito administrativamente, a análise jurídica é essencial para garantir:

  • O correto levantamento dos valores pagos a mais;
  • A base legal adequada para o pedido;
  • A segurança jurídica do procedimento;

🩺 Profissional da saúde: não deixe seu dinheiro parado!

Muitos profissionais da saúde, por desconhecimento ou orientação inadequada, deixam de recuperar valores que legalmente pertencem a eles. Se você atua em mais de um lugar, vale a pena revisar suas contribuições e verificar se está contribuindo além do necessário.

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Sou Nayara Oliveira, advogada especialista em Direito Previdenciário, e posso te ajudar a identificar se você tem direito à restituição e como reaver esses valores.

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